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Longbow

O Longbow foi considerado a arma nacional do exercito Inglês durante trezentos anos, entre os séculos XIII e XVI, contribuindo de forma decisiva no período da Idade Média quando a Inglaterra se tornou uma nação com forte poder militar.

Esse arco se apresentou como uma arma perfeita durante essa fase na história graças as suas inigualáveis características, entre as quais se destacam seu baixo custo, sua facilidade de manuseio e controle além de sua rapidez, força e alcançe.

Dentre as características interessantes do Longbow Inglês, a primeira era o seu comprimento que o tornava diferente de qualquer tipo de arco. A Real Sociedade de Antiquários da Grã Bretanha postula que o Arco Medieval flutuava entre cinco e seis pés de comprimento (1.60m a 1.80m) e havia entre os Ingleses na época, a premissa de que em geral o arco deveria ter a mesma altura de seu dono.

Uma segunda característica era é sua potencia. Nas publicações antigas esses arcos eram consideravelmente potentes, logrando potencias máximas entre 90 e 110 libras. Outros autores mencionam a potencia variando em um range de 80 a 90 libras. Esta grande quantidade de energia se traduzia em distancias de tiros de longo alcance e se estima que a distância efetiva das flechas de guerra seria de 180 a 200 jardas (160m a 180 m). Outros historiadores ainda definem que essa distância alcançava 250 jardas (225 m).

Uma terceira característica era sua capacidade de fogo. Um arqueiro medieval podia soltar entre 10 e 12 flechas por minuto, o que representava em um campo de batalha uma verdadeira chuva de flechas mortais em direção ao inimigo. Esta qualidade do arco longbow e dos arqueiros primitivos, apesar do aparecimento da pólvora e das primeiras armas de fogo, se manteve vigente por um período importante uma vez que um arqueiro era capaz de atirar varias flechas antes de que uma arma de fogo estivesse preparada para um novo disparo.

Sabe-se muito pouco do que sucedeu ao longbow depois do século XVI, visto que as informações são escassas mais se estima que o mesmo sofreu poucas modificações até o século XX permanecendo como um arco fabricado de forma artesanal de uma só peça de madeira, proveniente da seção central do tronco da arvore utilizada, das quais elegemos os Ipê (Tabebuia Serratifolia), também conhecido como Pau D’Arco, por se tratar de uma madeira rígida, mais leve e com fibras longitudinal, características que permitem a confecção de um arco mais leve e resistente. Sobe Desce